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O Programa do WWF em Moçambique participa em alguns grupos de trabalho, na maior parte dos casos grupos ad-hoc, noutros casos grupos de interesse técnico ou de aconselhamento a instituições do Estado.
Estes fora revestem-se de uma grande importância, pois que através deles o WWF pode fazer ouvir a sua opinião em relação a aspectos técnicos e de política sectorial. São também oportunidades de coordenação de actividades, partilha de informação e consertação de estratégias para enfrentar os desafios do desenvolvimento sustentável em Moçambique. O WWF agradece a oportunidade proporcionada pelo Governo da Província de Inhambane, o Ministério das Pescas e o SEACAM.
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Programa de Bolsas de Estudo
Através do Russel E. Train Education for Nature Program, uma iniciativa que visa desenvolver capacidades dentro da rede e não só, o WWF oferece um conjunto de alternativas de formação em matérias de conservação da natureza.
O programa de concessão de bolsas de estudo, não só abrange profissionais que pretendam ampliar os seus conhecimentos e desenvolver capacidades individuais, mas também para estudantes de áreas afins, que pretendam dar continuidade aos seus estudos, e posteriormente contribuir para uma melhor gestão dos recursos naturais e da biodiversidade mundial.
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A campanha de sensibilização do WWF Moçambique, com duração de 3 anos, sobre espécies marinhas na Cidade de Maputo alcançou o seu grande objectivo, que era reduzir o volume de venda de carapaças de tartaruga nos mercados de objectos artesanais na Cidade de Maputo em 80%, comparado aos níveis medidos durante o estudo de base em Abril de 2004.
O estudo inicial revelou que os produtos feitos a partir de tartarugas marinhas nas lojas e galerias de arte, consistiam de jóias muito bem confeccionadas e de elevada qualidade, aparentemente fabricadas nas próprias lojas e na sua maioria feitas a partir carapaças de hawksbill. Algumas carapaças eram depois trabalhadas com madeira e marfim. Os produtos encontrados nos mercados de rua eram menos elaborados e os seus preços variavam entre 1 Dólar e 150 Dólares Americanos por item. Também foi possível localizar carapaças inteiras envernizadas das espécies green e loggerhead, a preços que oscilavam os 150 a 200 Dólares Americanos.
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O Governo Provincial de Nampula, representado pela Direcção Provincial do Turismo, contactou o WWF para solicitar apoio e aconselhamento na criação de uma área protegida na Província. A área em volta das Ilhas Segundas foi seleccionada. Na sua óptica, uma área protegida atrairia o interesse da indústria do turismo, estimularia a criação de empregos e rendimentos alternativos e seria motivo de prestígio para a Província.
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Com uma área de 1,430 Km², constitui actualmente a segunda área marinha protegida de Moçambique (considerando os 10 Km² da Reserva Marinha da Ilha da Inhaca e Portugueses), estabelecendo um modelo integrado de conservação da biodiversidade marinha da região.
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